A cômoda que mora em mim

Em uma fabula moderna, cheia de poesia e verdade emocional, A cômoda que mora em mim convida leitores de todas as idades a explorarem o universo que carregam por dentro. A autora Bianca Mourão Silva transforma a mente humana em uma grande cômoda simbólica, onde cada gaveta guarda histórias, sentimentos, memórias, medos e afetos alguns bem dobrados, outros esquecidos lá no fundo. Só que, como na vida real, chega uma hora em que tanta bagunça interna transborda: as gavetas emperram, não fecham mais, e tudo parece prestes a despencar. É nesse momento que nasce a jornada do livro: abrir cada gaveta com cuidado, descobrir o que ainda nos serve, o que precisa ir embora e o que merece ser ressignificado. Com linguagem leve, sensível e acolhedora, a obra apresenta às crianças, e também aos adultos, a importância do autoconhecimento e da organização emocional. Uma história que abraça, ensina e lembra que cuidar das próprias gavetas é um ato de coragem e, acima de tudo, de amor-próprio.

Detalhes

Selo:
Gênero(s): Infantil
ISBN: 9786552287977
Publicação: 13/03/2026
Nº de Páginas: 42

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  • Sobre o livro
Em uma fabula moderna, cheia de poesia e verdade emocional, A cômoda que mora em mim convida leitores de todas as idades a explorarem o universo que carregam por dentro. A autora Bianca Mourão Silva transforma a mente humana em uma grande cômoda simbólica, onde cada gaveta guarda histórias, sentimentos, memórias, medos e afetos alguns bem dobrados, outros esquecidos lá no fundo. Só que, como na vida real, chega uma hora em que tanta bagunça interna transborda: as gavetas emperram, não fecham mais, e tudo parece prestes a despencar. É nesse momento que nasce a jornada do livro: abrir cada gaveta com cuidado, descobrir o que ainda nos serve, o que precisa ir embora e o que merece ser ressignificado. Com linguagem leve, sensível e acolhedora, a obra apresenta às crianças, e também aos adultos, a importância do autoconhecimento e da organização emocional. Uma história que abraça, ensina e lembra que cuidar das próprias gavetas é um ato de coragem e, acima de tudo, de amor-próprio.

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