Tem mofo no meu afeto

A obra pode ser considerada uma espécie de lâmpada que se acende em um quarto escuro nos dias sombrios. Além do livro, a autora que também canta, fez uma música especial para o prefácio, buscando resumir todas as histórias em uma só canção.

Detalhes

Gênero(s): Contos e Crônicas
ISBN: 9786554281447
Publicação: 21/09/2023
Nº de Páginas: 96

Compartilhar :

  • Sobre o Livro
    Qual mulher, por mais forte que seja, já não foi fragilizada após uma desilusão amorosa? Foi diante dessa indagação que a jornalista mineira Tábita Martins resolveu escrever o livro Tem mofo no meu afeto. Baseado em histórias reais, com contos sobre os desencontros amorosos de suas amigas e a solidão de quem atravessa essa triste experiência. A decisão pela obra aconteceu quando, em uma mesma semana, duas amigas ligaram contando sobre o fim de suas histórias de amor. Elas estavam quebradas e ambas se sentiam insuficientes e solitárias. O livro é uma resposta e um presente a elas e a todas as outras mulheres que estão vivendo o luto de um amor finito. Mulheres fortes que estão vivendo ou viveram relacionamentos frágeis. A autora, então, pediu autorização para algumas delas, dentre amigas e conhecidas, para relatarem suas experiências, com o intuito de ajudar outras pessoas que também estivessem sofrendo. São 10 contos em um livro ilustrado e interativo que permite que o leitor esteja dentro dos olhos das personagens, vivenciando junto com cada uma, as suas histórias e podendo acessar tudo que acontece ao seu redor enquanto participa de suas decisões. A emoção é construída de forma conjunta com o leitor. Isso porque o livro perpassa por diferentes gêneros textuais como poema, música, receita, posts, tornando a leitura mais realista. A ideia da interatividade e da leitura não-linear é para acompanhar a velocidade da era contemporânea e do consumo simultâneo de diferentes fontes de informações, bem como a vida de hiperlinks e de fragmentação que também refletem a velocidade e fragilidade dos relacionamentos na atualidade. Por se tratar de histórias reais, os nomes foram ocultados para preservação das identidades dessas mulheres. A obra pode ser considerada uma espécie de lâmpada que se acende em um quarto escuro nos dias sombrios. Além do livro, a autora que também canta, fez uma música especial para o prefácio, buscando resumir todas as histórias em uma só canção.
Qual mulher, por mais forte que seja, já não foi fragilizada após uma desilusão amorosa? Foi diante dessa indagação que a jornalista mineira Tábita Martins resolveu escrever o livro Tem mofo no meu afeto. Baseado em histórias reais, com contos sobre os desencontros amorosos de suas amigas e a solidão de quem atravessa essa triste experiência. A decisão pela obra aconteceu quando, em uma mesma semana, duas amigas ligaram contando sobre o fim de suas histórias de amor. Elas estavam quebradas e ambas se sentiam insuficientes e solitárias. O livro é uma resposta e um presente a elas e a todas as outras mulheres que estão vivendo o luto de um amor finito. Mulheres fortes que estão vivendo ou viveram relacionamentos frágeis. A autora, então, pediu autorização para algumas delas, dentre amigas e conhecidas, para relatarem suas experiências, com o intuito de ajudar outras pessoas que também estivessem sofrendo. São 10 contos em um livro ilustrado e interativo que permite que o leitor esteja dentro dos olhos das personagens, vivenciando junto com cada uma, as suas histórias e podendo acessar tudo que acontece ao seu redor enquanto participa de suas decisões. A emoção é construída de forma conjunta com o leitor. Isso porque o livro perpassa por diferentes gêneros textuais como poema, música, receita, posts, tornando a leitura mais realista. A ideia da interatividade e da leitura não-linear é para acompanhar a velocidade da era contemporânea e do consumo simultâneo de diferentes fontes de informações, bem como a vida de hiperlinks e de fragmentação que também refletem a velocidade e fragilidade dos relacionamentos na atualidade. Por se tratar de histórias reais, os nomes foram ocultados para preservação das identidades dessas mulheres. A obra pode ser considerada uma espécie de lâmpada que se acende em um quarto escuro nos dias sombrios. Além do livro, a autora que também canta, fez uma música especial para o prefácio, buscando resumir todas as histórias em uma só canção.

Relacionados