Em Psicoterapia, a alma é apresentada como uma casa de muitos cômodos, onde nem todos são iluminados. Nesta narrativa delicada, acompanhamos o momento em que o morador decide abrir a porta de acesso restrito e convidar alguém a partilhar a sua escuridão. Uma obra sobre a coragem de tatear o desconhecido em busca da fresta de luz capaz de transformar a existência.