Em um mundo onde os corações podem ser vistos, Hugo é diferente: ele não tem um coração aparente no peito. Sempre notado e raramente compreendido, tenta esconder aquilo que acredita estar faltando primeiro fingindo, depois se apagando. Até que, ao olhar para dentro, Hugo descobre que nem tudo o que importa precisa ser visível. Corações solitários é uma história sensível e poética sobre identidade, empatia e a descoberta de que todos carregam sentimentos, mesmo quando não sabemos enxergá-los.